Empresas planejam elevadores espaciais



Várias empresas têm desenvolvido projetos para construir um elevador capaz de transportar pessoas da Terra até o espaço. Entre elas, ninguém menos do que o Google X, o laboratório secreto do Google, responsável por ideias como o Google Glass e o carro que dirige sem motorista.

O primeiro conceito de um elevador espacial vem de 1895, criado pelo cientista russo Konstantin Tsiolkovsky, e permanece quase inalterado. Segundo Tsiolkovsky, seria necessário um cabo ancorado à Terra que se esticasse até o espaço. Hoje, a ideia mais defendida é a de um ponto de ancoragem na linha do equador, com um cabo que se estenda por 100 mil km acima da superfície da Terra. O cabo seria ligado a uma estação de contrapeso e orbitaria junto com o planeta.

Uma construtora japonesa anunciou recentemente que pretende construir um elevador espacial até 2050. Ele será capaz de transportar passageiros a 36 mil km acima da Terra e custará US$ 8 bilhões. A LiftPort, uma empresa fundada por um ex-empreiteiro da NASA, também pensa seriamente na ideia. Depois de tentar em vão desenvolver um projeto semelhante no começo da década de 2000, a ambição agora é construir um elevador na Lua. Segundo o fundador Michael Laine, a ideia pode servir de protótipo para a Terra. A baixa gravidade e a atmosfera zero podem facilitar a elaboração.

O grande obstáculo para a construção de uma torre gigante que transporte pessoas é a falta de um material forte o suficiente para ser utilizado na estrutura. Mais que isso: ele não pode ser vulnerável a vibrações, colisões de pássaros e detritos espaciais. Defensores do elevador acreditam que nanofibras de carbono são boas candidatas como matéria-prima, por serem leves e 100 vezes mais fortes do que o aço.

Nesse caso, o problema é que ainda não foi feita uma versão perfeita de um tubo com mais de 1m de comprimento. Segundo expectativas da NASA, o elevador deve ter 230 mil km. A falta de nanofibras foi uma das razões de o Google X interromper sua pesquisa. 

Um professor de química da Penn State University defende que nanofilamentos de diamante são a solução, mas por enquanto não há empresas fabricando material suficiente.
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Sobre Alex Junior Upeneck Gervásio

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